quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Léo rumo a América Latina


Nada melhor que uma viagem para curar a crise. Melhor ainda se for uma daquelas viagens. Ao final, crise que nada. Vamos beber com los hermanos e saborear com os peruanos.

Mas, quero ver bem de perto se o Mar de Sal é branco ou amarelo. Espero que seja “amarelinho”. Quero trazer um pouco para o nosso Brasil. Não que isso não aconteça, mas, em meio a tanta “misturação” na fronteira, em minhas mãos nada vai se misturar, exceto eu e o “amarelo” do sal do mar. Aff.

Hoje, 19 de fevereiro de 2009, véspera das viagens para o “caliente” carnaval brasileiro, parto rumo a São Paulo para embarcar para a Bolívia. País de misturas e sotaques, de cambistas e folhas, de sorrisos e calor, de bolivianos e dólares. Lá vai o capixaba com seus reais contados e com dólares a R$2,35 pilas.

Chegando a Puerto Suárez, vem à prazerosa e árdua travessia sentido a Linha do Equador. 20 horas de trem. Digo o famoso e lendário Trem da Morte. Aquele mesmo, conhecido pelas milhares de mortes em sua trajetória extensa. Levando seus passageiros entre planícies e alpes de alturas inacreditáveis e, se tiver sorte, ele sairá dos trilhos antes que o Sol se ponha. Tendo a oportunidade de fotografar vagões entupidos de pessoas e, fora dos trilhos.

Ao final deste trem das 15horas, seguindo rumo às montanhas, sumindo no horizonte azul e árido das terras bolivianas, chegaremos ao final de seus trilhos em Santa Cruz de La Sierra, divisa com o Peru. De lá será um abraço para Machu Picchu, Cuzco e Lima.

Continue comigo nesta viagem.
Abraços, LP.

Um comentário:

Jorge Luiz disse...

Saudades!!!! Vc vai adorar Lima, nunca me diverti tanto!!!